Nunca Mais...Coração de Mulher
O espetáculo
“Nunca mais... Coração de mulher”, é fruto de uma necessidade de levar ao público a discussão sobre a violência contra a mulher, e os preconceitos que esse tema envolve. Pretendemos com esse espetáculo, fomentar a discussão e o questionamento sobre a cultura do estupro em nossa sociedade, dando assim ferramentas ao nosso público para cooperar para a desconstrução de crenças que incentivam ou no mínimo reforçam uma visão equivocada no que se refere a esse tema. A obra de Ilder Miranda trata desse assunto de forma sensível e contundente, e acreditamos que através dela, despertaremos a consciência de cada espectador sobre sua importância nessa mudança tão urgente. Nesse projeto, queremos refinar as sensibilidades de forma efetiva, proporcionando um ambiente adequado a esse despertar. SINOPSE Paula, uma personagem cheia de dualidade, se desdobra em reflexões e emoções, provindas de acontecimentos que deixaram marcas profundas em sua alma e que durante muitos anos manteve guardada por instinto de preservação. Após 30 anos de segredo e resignação, ela entra em contato com essas memórias carregadas de medo, vergonha, injustiça, nojo, raiva, traição, prazer, amor e ódio. Quando as lembranças de um passado remoto, mas muito presente na alma vem à tona, podem ferir ou curar, mas não podem mais ser esquecidas. Ciente disso e da fragilidade do coração de uma mulher, Paula busca reviver corajosamente esse passado sombrio, angariando a força necessária para expurgar as dores que lhe acompanham silenciosamente por quase toda sua vida e seguir adiante. É chegada a hora de se libertar de todos os fantasmas e angústias com os quais ela convive, empoderar-se e dar um novo significado a sua história. Para tanto, somente a viagem para dentro de si pode lhe conduzir a essa transformação.
“Nunca mais... Coração de mulher”, é fruto de uma necessidade de levar ao público a discussão sobre a violência contra a mulher, e os preconceitos que esse tema envolve. Pretendemos com esse espetáculo, fomentar a discussão e o questionamento sobre a cultura do estupro em nossa sociedade, dando assim ferramentas ao nosso público para cooperar para a desconstrução de crenças que incentivam ou no mínimo reforçam uma visão equivocada no que se refere a esse tema. A obra de Ilder Miranda trata desse assunto de forma sensível e contundente, e acreditamos que através dela, despertaremos a consciência de cada espectador sobre sua importância nessa mudança tão urgente. Nesse projeto, queremos refinar as sensibilidades de forma efetiva, proporcionando um ambiente adequado a esse despertar. SINOPSE Paula, uma personagem cheia de dualidade, se desdobra em reflexões e emoções, provindas de acontecimentos que deixaram marcas profundas em sua alma e que durante muitos anos manteve guardada por instinto de preservação. Após 30 anos de segredo e resignação, ela entra em contato com essas memórias carregadas de medo, vergonha, injustiça, nojo, raiva, traição, prazer, amor e ódio. Quando as lembranças de um passado remoto, mas muito presente na alma vem à tona, podem ferir ou curar, mas não podem mais ser esquecidas. Ciente disso e da fragilidade do coração de uma mulher, Paula busca reviver corajosamente esse passado sombrio, angariando a força necessária para expurgar as dores que lhe acompanham silenciosamente por quase toda sua vida e seguir adiante. É chegada a hora de se libertar de todos os fantasmas e angústias com os quais ela convive, empoderar-se e dar um novo significado a sua história. Para tanto, somente a viagem para dentro de si pode lhe conduzir a essa transformação.
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